segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Genialidade sem retorno?

Em dórico, em dó maior.
É, é o primeiro lugar.
É a primeira escala,
É a origem clássica,
Que foi esquecida pelos gênios.
Pelos Beethovens, Chopins,
Até pelos vanguardistas Bachs...


E foi lembrada por mim,
Músico sem tanta expressão,
Prova mais contundente
De que não há decoreba
Que cubra a verdadeira genialidade
Que não há tempo que apague
A verdadeira expressão: espontaneidade.


Então não questione o porquê.
Somos mais rápidos,
Somos mais globalizados,
Mais técnicos, nós somos.
Mas não temos mais as
Imaginações,as inspirações
As genialidades.



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