domingo, 21 de fevereiro de 2010

Dimensionar

Medir as coisas, colocando-as em ordem de importância na vida. Isso é uma avaliação válida. Dimensionar cada sentimento, cada momento, cada pessoa que passa pela sua vida. O erro de dimensionamento é a fonte de todas as divergências e cobranças pessoais indevidas.
Saber dimensionar o amor e o amor-próprio é um dos erros mais comuns. As vezes o companheiro passa a ser subjugado na relação por colocar seu par em maior importância do que a si próprio.
A vitória e o erro também. A vitória deveria ser maior sozinha do que todos os erros no percorrer do caminho. Afinal, o erro é um aprendizado que constrói pouco a pouco a vitória, portanto sendo parte menor do todo. Mas quando o erro é maior que a vitória, ele se equipara na derrota e no seu vir-a-ser.
Os valores e a satisfação mundana. As vezes uma coisa se sobrepõe a outra. Nem tanto em outras. Mas o básico é que seus valores de todos os dias sejam maiores que suas satisfações esporádicas.Não se pode ser perfeito sempre, mas isso não significa que se deva ser imperfeitp a todo momento. Saber a hora de se exceder, até isso é sinal de maturidade pessoal. O autoconhecimento e a autocobrança, mas também o autoperdão.
Aqui constam alguns exemplos só. Mas fica a minha opinião sobre tomar notas e saber o tamanho de cada coisa, e como isso pode ser crucial na vida.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Omissão de valores, sentimentos, e da vida.

Depois de certas reflexões, cheguei à conclusão de que o pior sentimento a ser lidado é talvez a indiferença. Muitas vezes pior do que a raiva e o ressentimento,é um sentimento que não te proporciona certeza alguma sobre os pensamentos da pessoa a ser tratada, e gera um certo conflito dentro do relacionamento, seja ele amoroso, fraternal ou amigável.
Me peguei pensando também, por experiência própria, na falta de responsabilidade e no comodismo de certas pessoas. Sabe, lá no fundo acho até que admiro (num sentido um tanto quanto ruim) as pessoas estagnadas no comodismo; afinal, não é mais fácil sentar-se no sofá vendo televisão a ter que mexer um músculo com um problema que talvez nem seja completamente seu? Mas eu, como pessoa tola que sou, fico, certamente, boquiaberta com pessoas incompetentes, cômodas e irresponsáveis. Tenho relacionamentos com pessoas desse tipo, e posso afirmar que não é nada inspirador, ainda mais quando essas pessoas passam a sua responsabilidade, que na realidade seria só e somente sua, para outra, e me admira mais ainda esta terceira pessoa fazer o seu melhor por uma tarefa que na verdade não a cabe.
Em conjunto com o comodismo e irresponsabilidade, podemos citar o egoísmo, sendo este um sentimento um tanto quanto fútil, e na minha opinião, ridículo. Qual o problema em considerar a hipótese de que o mundo não gira em torno do seu umbigo? É por isso que odeio(ainda mais do que pessoas cômodas) ter que depender da má vontade dos outros, ou talvez ter de abusar da boa vontade; boa vontade que no final acaba se tornando tédiosa,recaindo na má vontade e gerando um certo ciclo. É por isso que hoje em dia procuro exercer o meu melhor em todas as atividades que faço, para no futuro não precisar da má vontade de ninguém. Afinal, quando me pedem, procuro fazer o melhor possível (talvez o melhor que esteja ao meu alcance,o que pode ser relativo) e quando me retribuem, não sendo hipócrita ao ponto de generalizar, claro, não são capazes de estar com um sorriso no rosto?
Alguém poderia,por favor, me mostrar aonde anda o pensamento em sociedade?
 
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