Alguns escolhem a desilusão
Outros não a aceitam..
Alguns poucos tem coragem.
Levantam a cabeça
E enfrentam a vida como um desafio.
Claro que temos os covardes..
Que se enchem de química
De drogas, de bebida, de cigarros..
De uma covardia injustificada e justificável...
É preciso? Claro.. A fraqueza é característica de todos..
Difícil é ser o milagre.
É ser o forte, ser o exemplo...
Difícil é ser correto, é ser esforçado, ser honesto.
Então eu vou me converter ao "corretismo",
À coragem, á verdade, e ser auto-afirmador e ser eu mesmo.
E não tentar ser a verdade de quem nunca vai ser melhor que eu.
sábado, 26 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Namoro.
Todos se merecem.
Uns aos outros, fúteis e desnecessários.
Cada um, dispensável, autodesvalorizado.
Assim é certo.
Errado é tentar ser alguém, para alguém.
Uns aos outros, fúteis e desnecessários.
Cada um, dispensável, autodesvalorizado.
Assim é certo.
Errado é tentar ser alguém, para alguém.
1848 faz se necessário, ao contrário.
Certo médico argentino disse:
"Podem matar uma, duas, três rosas,
Mas nunca deterão a primavera."
Ele só se esqueceu de que não é preciso matar rosas.
Só é preciso parar o mundo.
Longe da luz e do calor do Sol,
Manter-nos no inverno, eterno
Sem deixar as rosas sequer florescerem.
Envenena-se a rosa,
Convence-se a rosa,
Faz-se rosas trocar "espinhadas"
Faz-na trocar as pétalas
Comprar pétalas importadas.
Vicia-se a rosa em aceitar,
Padronizar sua beleza única em troca de pão.
Cabe às próprias rosas florescer.
Cabe as palavras girar o mundo.
Cabe a cantiga de pétalas, de tons.
Trazer a primavera de novo.
A nova primavera dos povos,
Morte aos generais do inverno.
São as minhas palavras para Ernesto argentino.
"Podem matar uma, duas, três rosas,
Mas nunca deterão a primavera."
Ele só se esqueceu de que não é preciso matar rosas.
Só é preciso parar o mundo.
Longe da luz e do calor do Sol,
Manter-nos no inverno, eterno
Sem deixar as rosas sequer florescerem.
Envenena-se a rosa,
Convence-se a rosa,
Faz-se rosas trocar "espinhadas"
Faz-na trocar as pétalas
Comprar pétalas importadas.
Vicia-se a rosa em aceitar,
Padronizar sua beleza única em troca de pão.
Cabe às próprias rosas florescer.
Cabe as palavras girar o mundo.
Cabe a cantiga de pétalas, de tons.
Trazer a primavera de novo.
A nova primavera dos povos,
Morte aos generais do inverno.
São as minhas palavras para Ernesto argentino.
Existo ou me visto?
Marquei às duas.
Em frente àquela floreira.
A praça parecia promissora.
Arrumei-me,
Vesti-me com a roupa mais bonita,
Passei o melhor perfume.
Pensei (e demais.)
Acho que ela não vai gostar..
.. do perfume, forte ou fraco.
.. da roupa, que exagero!
.. da praça, que comum!
.. da floreira, que trivial!
.. da hora, que inoportuna!
Não fui àquele encontro.
Porque me esqueci de que não importava
Se ela gostasse ou não de tudo,
Mas que gostasse de mim.
Em frente àquela floreira.
A praça parecia promissora.
Arrumei-me,
Vesti-me com a roupa mais bonita,
Passei o melhor perfume.
Pensei (e demais.)
Acho que ela não vai gostar..
.. do perfume, forte ou fraco.
.. da roupa, que exagero!
.. da praça, que comum!
.. da floreira, que trivial!
.. da hora, que inoportuna!
Não fui àquele encontro.
Porque me esqueci de que não importava
Se ela gostasse ou não de tudo,
Mas que gostasse de mim.
E=mc2
Não corra atrás da luz.
É ridículo.
Um milésimo que a luz ande
Na direção oposta a você,
Será suficiente para
Nunca mais alcançá-la.
É ridículo.
Um milésimo que a luz ande
Na direção oposta a você,
Será suficiente para
Nunca mais alcançá-la.
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quem disse que ciência não dá poesia?
domingo, 13 de setembro de 2009
Precisa-se de Confiança.
Quem simplesmente não tem motivos para tê-la, tem.
Eu sempre acreditei tanto não ter motivos,
Que minha confiança se perdeu, ou nunca foi sequer achada.
Agora que eu teria motivos, não tenho confiança.
Queria que me tivessem apreço.
Mas nem eu tenho por mim mesmo..
Eu sempre acreditei tanto não ter motivos,
Que minha confiança se perdeu, ou nunca foi sequer achada.
Agora que eu teria motivos, não tenho confiança.
Queria que me tivessem apreço.
Mas nem eu tenho por mim mesmo..
sábado, 12 de setembro de 2009
Ímpar
{X pertence à R, tal que X=2n-1, n sendo natural, n =1}
É, sim, ímpar
Não um ímpar qualquer...
Um ímpar, e sozinho
Um ímpar, e pequeno
Um ímpar pertencente aos naturais,
Porque me é natural ser ímpar.
Quando fui criança, quis ser grande.
Hoje não o sou, ainda sou aquele ímpar pequeno.
Só que hoje, me cerco daqueles que são outros,
São reais, são complexos,
Existem e são difíceis de entender.
Já eu, eu sou ímpar.
Sou ímpar, natural, previsível e sozinho.
Expectativas.
Sei, ou na minha insignificância, tento
Saber sobre tudo,
Tanto que não sei de nada.
Eu prevejo, premedito, espero..
E não saio do lugar.
É a maldição das expectativas..
Eu tento ver e aprender,
Espero, aguardo, me engano.
Eu planejo incompetente o meu acaso,
E sigo naquela de tentar viver por caminhos,
Quando não há nada o que seguir...
Saber sobre tudo,
Tanto que não sei de nada.
Eu prevejo, premedito, espero..
E não saio do lugar.
É a maldição das expectativas..
Eu tento ver e aprender,
Espero, aguardo, me engano.
Eu planejo incompetente o meu acaso,
E sigo naquela de tentar viver por caminhos,
Quando não há nada o que seguir...
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é,
está foda meesmo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Eu precisava de escrever..
Caramba. Eu precisava de escrever. É, depois dessa série de poesias que não fazem lá muito sentido, eu queria é escrever um pouco mais livre, mais sem compromisso de verso. É até engraçado porque essa semana eu tomei diversas decisões, e tive muitas persistências, no que diz respeito a incompetências pessoais.
Resolvi mudar a minha vida, fazer meu futuro fora dos planos que tracei há tempos. Resolvi ser médico e
seguir algo que sempre julguei não ter capacidade, mas nisso, tive ajuda de parentes e pais que me incentivaram e me fizeram acreditar no meu potencial.
Quanto à incapacidade, eu me refiro à incapacidade de eu inspirar nas pessoas um respeito e um apreço que não me é inerente. Não consigo inspirar nas pessoas mais do que algum espanto por uma habilidade questionável de inteligir. Mas eu gostaria de inspirar mesmo é uma vontade de dividir um pouco da vida comigo. É a capacidade de ser apaixonante. E isso ninguém conseguiu me mostrar ou me convencer do contrário.
Caramba, que medo de morrer sozinho.
Resolvi mudar a minha vida, fazer meu futuro fora dos planos que tracei há tempos. Resolvi ser médico e
seguir algo que sempre julguei não ter capacidade, mas nisso, tive ajuda de parentes e pais que me incentivaram e me fizeram acreditar no meu potencial.
Quanto à incapacidade, eu me refiro à incapacidade de eu inspirar nas pessoas um respeito e um apreço que não me é inerente. Não consigo inspirar nas pessoas mais do que algum espanto por uma habilidade questionável de inteligir. Mas eu gostaria de inspirar mesmo é uma vontade de dividir um pouco da vida comigo. É a capacidade de ser apaixonante. E isso ninguém conseguiu me mostrar ou me convencer do contrário.
Caramba, que medo de morrer sozinho.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Casado em cartas
Se é o meu reflexo que te importa,
Se não te sou europeu suficiente,
Alto suficiente,
Forte suficiente,
Então esqueça de tudo isso.
Se minhas palavras
São o único peixe que eu tenho para vender,
Então eu te peço em casamento.
Te mando uma carta
Fazendo o pedido de joelhos.
Não vai precisar me ver,
Me encarar assimétrico.
Só precisa responder minhas cartas.
Não admitiria te perder só
Por não te ser bonito suficiente.
Casa comigo?
Se não te sou europeu suficiente,
Alto suficiente,
Forte suficiente,
Então esqueça de tudo isso.
Se minhas palavras
São o único peixe que eu tenho para vender,
Então eu te peço em casamento.
Te mando uma carta
Fazendo o pedido de joelhos.
Não vai precisar me ver,
Me encarar assimétrico.
Só precisa responder minhas cartas.
Não admitiria te perder só
Por não te ser bonito suficiente.
Casa comigo?
Cujus regio est religio
Se escondendo por trás
De símbolos, de história.
Eles se mantém, tão e somente,
Controlam como já controlaram
Como ainda o farão.
São bandeiras, são cruzes,
São ideologias, escrituras e comércio.
No papel, funcionam bem,
Mas aqui? Cruzes!
Só há olhos para o caixa.
Só há teorias fundamentadas em postulados duvidosos.
Agora, fazer isso tudo,
E se dar ao direito de não perdoar,
Quem te perdoaria dos teus pecados?
Ninguém. Então para de falar,
E me deixe acreditar em Deus.
Não preciso do seu manual pra ter esperança na vida.
De símbolos, de história.
Eles se mantém, tão e somente,
Controlam como já controlaram
Como ainda o farão.
São bandeiras, são cruzes,
São ideologias, escrituras e comércio.
No papel, funcionam bem,
Mas aqui? Cruzes!
Só há olhos para o caixa.
Só há teorias fundamentadas em postulados duvidosos.
Agora, fazer isso tudo,
E se dar ao direito de não perdoar,
Quem te perdoaria dos teus pecados?
Ninguém. Então para de falar,
E me deixe acreditar em Deus.
Não preciso do seu manual pra ter esperança na vida.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Quasares, inalcançáveis que sigo
Não me cercarei dos piores,
Pois na condição de destaque,
Estarei sendo mediocremente bom.
Ainda que seja meu mais intrínseco desejo,
Não estarei entre os que me admirariam, quem sabe,
A admiração gera um comodismo arruinador.
Estarei sempre aos pés de Átlas.
No encalço do Olimpo
De onde almejarei o topo, inalcançável.
Muito embora eu morra tentando,
Sempre chegarei mais alto do que parti
Como que na esperança que a grandiosidade osmótica
Infinita, corra naturalmente suas migalhas
E me façam uma importante sombra.
Pois na condição de destaque,
Estarei sendo mediocremente bom.
Ainda que seja meu mais intrínseco desejo,
Não estarei entre os que me admirariam, quem sabe,
A admiração gera um comodismo arruinador.
Estarei sempre aos pés de Átlas.
No encalço do Olimpo
De onde almejarei o topo, inalcançável.
Muito embora eu morra tentando,
Sempre chegarei mais alto do que parti
Como que na esperança que a grandiosidade osmótica
Infinita, corra naturalmente suas migalhas
E me façam uma importante sombra.
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to louco então..
Os Olhos da Gabriela.
É, admire seu espelho.
Os olhos se fitam e se admiram.
Porque o espelho é o amálgama da Prata.
Só reflete a luz que se vê.
Mesmo o perdão, dádiva.
A ironia que toca profundo.
Nada se refletirá.
Será tudo subcutâneo.
É esse brilho que se devia sentir.
É esse brilho, brilhantismo, genialidade,
É o viver e se apreciar,
É ser o apreciar que se tem.
Seus olhos, de que tanto você gosta, não verão isso.
Mas hão de ler essas palavras singelas
E transmitir ao coração o que não se vê,
Mas se entende.
Por isso, ame-se profundamente.
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eu não sei escrever. mas tento.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Moeda da sorte da Marina.
Amuleto? Sim, é.
Ele é místico? Não.
Só é simbólico.
É lembrete do presente.
E da presença amiga,
Da amiga presente e seu presente.
Quem tem essa sorte
Não haveria de ter outras?
Ele é místico? Não.
Só é simbólico.
É lembrete do presente.
E da presença amiga,
Da amiga presente e seu presente.
Quem tem essa sorte
Não haveria de ter outras?
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curto e modernista,
pra você.
Modo de Produção
Capital ou social?
Que para o bem ou para o mal,
Que para cada qual,
Tanto faz.
Só renego esse contínuo desigual.
Que para o bem ou para o mal,
Que para cada qual,
Tanto faz.
Só renego esse contínuo desigual.
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curto e modernista
Teu relógio de pulso
Se te preciso,
Tu não precisas mais de mim.
Se tu sabes o que eu tenho pra te dizer,
Então ficarei no meu eterno,
Até que minha pilha se acabe.
Tu não precisas mais de mim.
Se tu sabes o que eu tenho pra te dizer,
Então ficarei no meu eterno,
Até que minha pilha se acabe.
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curto e modernista
Somos todos diferentes nessa noite.
Se todos que quisessem
Ser heróis o fossem,
Então seríamos um mundo só de heróis.
Não haveria vilões pra combater,
Nem ninguém pra salvar.
Cada um seria, bem, só um mesmo.
Só há uns poucos heróis,
Porque o mundo é feito
De gente diferente,
De sonhos diferentes,
Anseios de se tornar "grande"
Das mais diversas formas.
E então, seguiremos.
Mesmo com o desejo infantil,
seguiremos a vida adulta.
E quem sabe o que o cotidiano
caprichosamente guarda,
às vezes o corriqueiro tornar-se-á heróico.
Ser heróis o fossem,
Então seríamos um mundo só de heróis.
Não haveria vilões pra combater,
Nem ninguém pra salvar.
Cada um seria, bem, só um mesmo.
Só há uns poucos heróis,
Porque o mundo é feito
De gente diferente,
De sonhos diferentes,
Anseios de se tornar "grande"
Das mais diversas formas.
E então, seguiremos.
Mesmo com o desejo infantil,
seguiremos a vida adulta.
E quem sabe o que o cotidiano
caprichosamente guarda,
às vezes o corriqueiro tornar-se-á heróico.
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31/ago.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
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