segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Cujus regio est religio

Se escondendo por trás
De símbolos, de história.
Eles se mantém, tão e somente,
Controlam como já controlaram
Como ainda o farão.

São bandeiras, são cruzes,
São ideologias, escrituras e comércio.
No papel, funcionam bem,
Mas aqui? Cruzes!
Só há olhos para o caixa.
Só há teorias fundamentadas em postulados duvidosos.

Agora, fazer isso tudo,
E se dar ao direito de não perdoar,
Quem te perdoaria dos teus pecados?
Ninguém. Então para de falar,
E me deixe acreditar em Deus.
Não preciso do seu manual pra ter esperança na vida.

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