Afinal, corremos atrás das coisas. Batalhamos, sonhamos, construímos de nosso sonho, uma realidade. Tudo isso, esse esforço constante, por um momento fugaz: felicidade.
Agora, o saborear, o reconhecimento, a lembrança e o significado, todas essas palavras, que parecem jogadas aqui, na verdade são as chaves pra fazer realmente valer a pena essa história de ser feliz.
Porque quem sonha, tem necessariamente que ter um motivo para acordar: a possibilidade de um amanhã onírico. E lembrar-se de que se é capaz de tornar em átomos esses impulsos elétricos, de que é possível sonhar e fazer valer, isso é um grande impulso para que se tente de novo.
Não digo isso ao léu... É porque sinto essa necessidade de estar sempre feliz. E a inconstância, descompasso desse realizar por vezes me prende em um ciclo de frustrações e conseqüentes “desestímulos”.
Por isso, (e isso passa a valer como conselho), saia ser feliz, reconhecer que cada passo é uma conquista progressiva, e que a medalha se ganha uma vez, mas corre-se a todo momento para ganhá-la.
sábado, 17 de abril de 2010
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