Abordar um problema. Isso em si já é um grande problema. Não por si só, mas pelo modo como nós, seres humanos, fazemos isso.
Em primeiro lugar, ao invés de procurarmos soluções, nós procuramos algo para culpar, alguém, alguma coisa. É uma busca incessante por livrar-se de uma responsabilidade, quando na verdade ela só diz respeito a você.
Em segundo lugar, é se deixar abater por tudo, Quando o problema vem, nossa reação é praguejar, ficar triste, nos entregarmos ao desânimo da perda e nos protegermos sob essa fragilidade e sob essa procrastinação eterna, de modo a justificar erros futuros.
Em terceiro lugar, atribuir à Deus, ou qualquer que seja (ou não) sua entidade divina, o seu insucesso. A questão maior é que a Divindade não fará sua vida pra você viver. Se você quer passar em uma prova, Ela não colocará o conhecimento em sua mente sem qualquer justificativa. E o pior, ninguém se lembra de Quem nos deu olhos e ouvidos pra perceber, ou braços e pernas pra correr atrás e agarrar os objetivos! Não haverá produto, mas peças e ferramentas necessárias à montagem. Cabe agora a você e ao seu livre-arbítrio decidir usar a sua capacidade.
No possível caso de você não ter uma Divindade, tente pelo menos acreditar em si mesmo, e não protelar os próprios problemas, empurrando a responsabilidade para o acaso.
Todos temos o necessário para correr, só falta a gana, a vontade de vencer. A oportunidade só tem um nome: esforço. A tradução disso reside em não rezar por milagres, mas agradecer por ser um.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário