O superlativo humano inexiste.
Existe o mal fadado, comparando-se
Ao antônimo inadequado.
O bom inexiste.
Existe o regular constante
Visto pelo senso-comum desse distante (ponto).
Ninguém é bom
A maioria que é ruim.
E enaltece o "menos pior" para não ser tão assim: insignificante
A questão é aquele, que mesmo enaltecido
Ainda faz parecer o resto ridículo
Esse é "demônio aos olhos da igreja intrínseca de cada um"
Virtude demais é defeito
E não causa efeito
Somente des(res)peito, (descrença e discriminação)
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